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A Imperatriz na Antiguidade Tardia e as Origens Romanas do Imperial Feminino

A Imperatriz na Antiguidade Tardia e as Origens Romanas do Imperial Feminino



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A Imperatriz na Antiguidade Tardia e as Origens Romanas do Imperial Feminino

Nilsson, Carina

Mestre em Artes, Departamento de História, Simon Fraser University, Primavera (2011)

Resumo

Esta tese examina a posição da imperatriz na Antiguidade Bizantina e busca traçar os processos pelos quais as mulheres imperiais chegaram a exercer o poder e participar ativamente do governo. Nesse contexto, as construções julio-claudianas e as primeiras imperiais do feminino imperial ajudam a destacar as continuidades e mudanças que moldaram o papel político das imperatrizes. Usando o gênero como uma ferramenta analítica, esta tese explora a natureza dinâmica da relação entre a imperatriz e o imperador e auxilia na análise diacrônica das várias maneiras em que o poder imperial foi articulado em representações literárias e visuais.

A posição da imperatriz mudou dramaticamente desde os primeiros dias da Roma imperial no primeiro século AC, até a queda do Império Bizantino em 1453 DC. No campo da história bizantina, a participação ativa da imperatriz no governo do império foi silenciada, pois todo o foco foi no papel do imperador. Isso apesar das evidências convincentes em romanos e nas primeiras representações literárias e visuais bizantinas e posteriores do feminino e masculino imperiais que sugerem que nosso entendimento da relação entre a imperatriz e o imperador deve ser revisado.


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